fbpx

“Empathy”: dócil e sensível como D.O.

O primeiro álbum solo de D.O., "Empathy", tem como seus princípios o amor e a sensibilidade de trazer empatia e boas energias.

O primeiro álbum solo de D.O., do EXO, tem como seus princípios o amor e a sensibilidade de trazer empatia e boas energias.


SSerenidade, doçura e amor são três palavras que resumem perfeitamente Empathy, o primeiro álbum de D.O.. Sendo o sexto membro do EXO a ter um projeto solo, agora ele mostra toda sua essência particular de forma como não tínhamos ouvido antes. E assim como todos os outros integrantes do grupo, ele mostra que é capaz de oferecer muita versatilidade.

Para expor um pouco da sua camada particular, Kyungsoo, nome de batismo de D.O., optou por um projeto bem calminho, podendo ser considerado um comfort album com letras sobre amor. Conhecido por dominar os melismas nas músicas do grupo, em Empathy ele também explora a parte mais suave e serena de seu vocal, dando sustentação ao folk acústico com muita presença do violão que carrega o disco.

Por sua vez, as faixas conversam entre si enquanto cada uma tem seu toque especial (a exemplo I’m Gonna Love You, que conta com a colaboração do rapper Wonstein), formando um álbum sem skips. Nas seis faixas de Empathy, D.O transmite uma sensação específica de verão e amor, que está presente em todos os versos, mas que nem sempre vem de forma romântica — como em Dad, onde ele faz uma homenagem ao pai.

O ponto alto desse projeto é ter letras escritas por ele mesmo, como a title Rose e I’m Fine. O compilado é completado por uma versão em inglês da title e Si Fueras Mia, a versão em espanhol de It’s Love, entregando para os EXO-Ls músicas em três idiomas e um total de oito faixas.

Através das músicas, D.O. tem como intuito um projeto que emana o significado da palavra empatia, trazendo para o público uma energia boa e influente. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que Kyungsoo demonstra empatia através da música: That’s Okay, seu single lançado antes de se alistar, tem essa mesma sensibilidade. A canção foi muito aclamada entre diversos Idols e é muito querida entre os coreanos, vista como uma forma de conforto para aqueles que a ouvem. Mas com Empathy, ele ainda mostra que nenhuma barreira linguística é capaz de impedir que o conceito seja transmitido para quem quer que o ouça, não só pela presença de outros idiomas no álbum, mas também pela sua essência suave.

 

Música x Cinema

O sucesso de D.O. era esperado. Mas não apenas por ser membro do EXO, um dos grandes grupos do K-pop, mas também por seu reconhecimento como ator. Ele tem conquistado espaço tanto no mundo dos dramas, quanto nas telonas, já que fez parte de projetos como o k-drama It’s Okay, That’s Love e filmes como Swing KidsMy Annoying Brother — com este último, Kyungsoo tornou-se o primeiro Idol da terceira geração a ter o renomado prêmio Blue Dragon Awards na categoria de Melhor Novo Ator.

Com a finalização de seu serviço militar, D.O. tem estado bem atarefado conciliando sua carreira de ator com a de cantor. O artista já foi escalado para dois filmes, The Moon e Secret, e recentemente lançou, ao lado do EXO, o álbum especial DON’T FIGHT THE FEELING. E enquanto o grupo ainda está em hiatus pelo cumprimento do serviço militar dos membros, o famoso grupo de K-pop passará por algum tempo se dedicando em projetos solo. Apesar de não ter previsão para um segundo álbum de D.O., Kai está previsto para lançar seu segundo mini-álbum enquanto Xiumin planeja lançar seu debut.

Compartilhe

Twitter
Facebook
WhatsApp
Telegram
LinkedIn
Pocket
relacionados

outras matérias da revista

Filmes
João Dicker

Seria melhor se “Hellboy” estivesse no Inferno

Em meio a um cenário em que Hollywood tem explorado de reboots diversos das mais variadas franquias e séries de filmes, a retomada de uma produção de Hellboy é algo curioso. Os dois primeiros filmes, dirigidos por Guillermo del Toro, podem não ter garantido retornos econômicos exorbitantes para o estúdio, mas a qualidade enquanto produto e, principalmente, o olhar autoral do diretor mexicano para a criação daquele universo fantástico-sobrenatural garantem personalidade aos dois projetos. Passados mais de 10 anos da última aparição do personagem nas telonas, Hellboy volta em uma nova versão que, de forma trágica, acaba por ser um

Leia a matéria »
Televisão
vics

Bem vindos a 2058

Em seu terceiro ano, “Westworld” se perde dentro do Novo Mundo, mas ainda entrega uma produção elevada com atuações fortes e direção afiada.

Leia a matéria »
Back To Top