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Filmes /

Todas as nossas matérias sobre produções cinematográficas.

(Dos mais recentes para os mais antigos)

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Todas as nossas matérias sobre produções cinematográficas.

(Dos mais recentes para os mais antigos)

Revisitando e atualizando o filme de 61, “Amor, Sublime Amor” cresce como um musical inspirado graças aos vícios de Spielberg.

“Não Olhe Para Cima” não dá conta de organizar o caos do mundo contemporâneo e acaba como uma fraca sátira social.

Em drama fantasmagórico sobre luto, “Drive My Car” arrebata o espectador em uma jornada de enfrentamento com as dores interiores.

Em filme terapia para Bruce Wayne e para o gênero de heróis, “Batman” cresce como um grande noir sobre justiça e vingança.

Em filme de catástrofe, “Moonfall – Ataque Lunar” se equilibra no suspense e no carisma de personagens na trajetória de sobrevivência.

Tomando partido, “Os Olhos de Tammy Faye” cresce com a performance de Jessica Chastain e tem sucesso em envolver o espectador.

Bonito e agridoce, “The Worst Person in the World” fala sobre os momentos e sentimentos da vida que nos marcam para sempre.

“Uncharted: Fora do Mapa” falha ao adaptar o carisma do game e na construção de um filme cinematograficamente interessante.

Em “Licorice Pizza”, Paul Thomas Anderson faz uma grande comédia romântica sobre a correria da vida e a busca pelo amor.

Desnudando o western com sensibilidade, “Ataque dos Cães” faz um jogo de tensão sobre desejo e opressão nos pequenos gestos.

Expandido o universo de “Laços”, “Turma da Mônica: Lições” equilibra bem o drama do crescimento juvenil e o divertimento nostálgico.

Apelando para o choque visual, “Titane” impacta visualmente mas sofre ao não dar conta de ser mais coeso narrativamente.

Entre o drama de Peter Parker e um visual desinteressante, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” cresce com a humanidade de seu personagem.

Dando vida a canção, “Eduardo e Mônica” transforma a faixa de Renato Russo em uma comédia romântica cativante, mas sem atualizações de época.

Adaptando a obra de Elena Ferrante para as telas, Maggie Gyllenhaal faz em “A Filha Perdida” um bonito testamento sobre solidão e maternidade.

Seguindo a essência da franquia, “Pânico” (2022) continua renovando o gênero do terror com metalinguagem e autenticidade.

“Eternos” promete muito e entrega pouco, em um filme que tenta forçar demais a ligação familiar em personagens pouco inspirados.

Celebrando 30 anos de lançamento, “A Bela e a Fera” segue como um dos filmes identitários e memoráveis da Disney.

Perdido entre homenagem e atualização, “Ghostbusters: Mais Além” fica preso ao apelo nostálgico sem personalidade.

Conciliando o velho e o novo, “Cry Macho” revisita a vida e a filmografia de Clint Eastwood como uma forma de desnudar os EUA.

Sem inspiração, “A Crônica Francesa” acaba como um filme testamento de todos maneirismos de Wes Anderson e seus efeitos.

Em “Annette”, Leos Carax faz uma viagem operística perdida entre a tragédia das relações afetivas e a essência performática da arte.

“Free Guy: Assumindo o Controle” é uma deliciosa supresa, em um filme que sabe brincar com o seu universo de forma humorada.

Embora diante de um texto um pouco fraco, “Halloween Kills: O Terror Continua” não economiza e acaba sendo um divertido desfecho.

“Duna”, adaptação do clássico da literatura sci-fi tem o tratamento precioso de Denis Villeneuve em uma verdadeira experiência cinematográfica.d

Tentando inovar, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” derrapa e acaba entrando um combo de filmes medianos.

“A Lenda de Candyman” triunfa pela direção de Nia DaCosta, mas se perde no meio dos questionamentos e fim abrupto.

Adaptado da peça da Broadway de mesmo nome, “Querido Evan Hansen” não consegue manter o legado e entrega um filme cambaleante.

Dirigido por Guy Ritchie, “Infiltrado” surpreende pelas camadas de seu protagonista e o clima de ação e tensão do longa.

Em tempos de incentivo ao desrespeito e a individualidade, Emicida proporciona o afeto e a resistência com o “AmarElo Ao Vivo”.

Em exercício de provocação sensorial, Shyamalan faz de “Tempo” uma jornada de enfrentamento da perda do tempo de viver.

“Pig”, drama com Nicolas Cage, explora a busca de um homem por seu porco ao mesmo tempo em que volta em seu passado.

“Em um Bairro de Nova York”, adaptado do musical da Broadway, nos convida a uma jornada de realização dos sonhos pautada na representatividade.

Com “Anônimo”, “Bob Odenkirk revela seus instintos adormecidos e distribui muita pancadaria em um longa para os cinquentões.

“Luca” vai muito além, mostrando um filme cheio de coração e sentimentalismo sobre a construção de amizade entre dois garotos.

“Cruella” tem personalidade suficiente para justificar a história de origem da vilã, mesmo que o filme seja um tanto previsível.

A força da amizade e personagens complexos fazem de “Raya e o Último Dragão” um filme extraordinário.

“Friends: The Reunion” consegue emocionar e trazer lembranças de um glorioso passado, mesmo em seu formato confuso e desconexo.

Com o “All I Know So Far”, P!nk discorre sobre a ligação de sua vida pessoal e artística em um documentário musical não tão híbrido.

Em adaptação do teatro ao cinema, Florian Zeller transforma “Meu Pai” em uma experiência sensorial sobre a mente humana.

Em uma comédia romântica musical, “A Semana da Minha Vida“ encontra nas músicas uma forma de expandir as emoções de seus personagens, em um filme leve e divertido.

Em relato parcialmente autobiográfico, “Minari” retrata a imigração como um ato de busca pelo pertencimento e de identificação cultural.

“Druk – Mais Uma Rodada” sofre com uma narrativa perdida entre o drama e o cômico presente na crise de meia-idade regada à álcool.

Em cinebiografia burocrática, Shaka King faz de “Judas e o Messias Negro” um retrato que transita entre o mito e homem de Fred Hampton.

Em “Nomadland”, Chloé Zhao faz um tocante retrato, ao mesmo tempo íntimo e político, da relação de desamparo do proletariado dos EUA.

“Um Príncipe em Nova York 2” dá sequência à franquia de Eddie Murphy sem renovar na comédia e usando de um humor sexista ultrapassado.

“Cherry – Inocência Perdida” é um exercício de maturidade para Tom Holland criado pela direção cínica e vazia dos irmãos Russo.

“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre” faz uma bonita história de amor que dá fim a jornada de Lara Jean.

“Bliss: Em Busca da Felicidade” insere seu espectador em uma frustrante e confusa jornada de busca pelo sentido.

“O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas” cativa com sua bem construída história de amizade em um loop temporal que valoriza a rotina.

Na nova produção da Netflix, Rosamund Pike repete a fórmula de Garota Exemplar e traz uma performance intrigante.

“Doutor Castor” documenta a vida de uma figura folclórica do Rio de Janeiro em uma relação interessante com a própria cultua do país.

Desentendimentos entre casal e reflexões sobre cinema ditam o ritmo de “Malcolm & Marie”, nas cansativas quase duas horas de exibição.

Em “Relatos do Mundo”, Paul Greengrass faz um western de conciliação entre o mito americano e um olhar esperançoso para o futuro.

“Framing Britney Spears” é um interessante olhar na conservadoria que rege a vida de Britney Spears e fomenta um movimento global de fãs.

Em exercício meticuloso de frontalidade, S. Craig Zahler faz de “Justiça Brutal” um retrato da violência e visceralidade na marginalização da sociedade.

“Uma Noite em Miami” faz um exercício de revisitação histórica teatralizada de um encontro potente entre quatro figuras humanas e míticas.

Ecoando o #MeToo, “A Assistente” faz um potente e delicado retrato das dinâmicas opressoras sistémicas de Hollywood.

Na marca de 40 anos do lançamento, “Os Caçadores da Arca Perdida” segue como um dos mais cativantes longas de aventura do cinema.

Em “Soul”, Pete Docter resgata a essência da Pixar em uma animação que retrata os anseios, a beleza e o sentido da vida.

“Noelle”, longa natalino do Disney+, é uma desinteressane obra cinematográfica que, sem sucesso, apela para a fofura da atmosfera de Natal.

Potência dos versos fazem do documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem” um registro de um show histórico e uma celebração da cultura negra.

“As Crônicas de Natal 2” dá continuidade ao sucesso natalino da Netflix com mais uma produção de bom entretenimento para toda a família.

“Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” faz um retrato melancólico sobre a experiência sufocante que é o amadurecimento.

“Tudo Bem No Natal Que Vem” tenta explorar do humor expressivo de Leandro Hassum para contar uma problemática e sem graça história natalina.

Em “A Mulher Que Fugiu”, Hong Sang-soo renova sua encenação em uma dinâmica entre a liberdade feminina e os espaços físicos.

“Alguém Avisa?” tenta ser um romance lésbico natalino, mas falha em uma caracterzação interessante e acaba apenas como um filme incômodo.

Documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” mostra como Hector Babenco segue vivo em seu próprio cinema.

Com mensagem esperançosa para a humanidade, “O Céu da Meia-Noite” é uma inconsistente ficção científica de bons momentos isolados.

Em “Mank”, David Fincher faz um filme de contradições que, em seus melhores momentos, desencanta a Hollywood dos anos 30 com cinismo.

Em “The Prom: Festa de Formatura”, Ryan Murphy adapta o musical da Broadway com um elenco estrelado em um filme envolvente e ritmado.

“Mulher-Maravilha 1984” segue o legado sólido de sua protagonista, em uma produção bem polida que mistura referências, esperança e carisma.

“Mau-Olhado” apresenta ao telespectador uma boa história, mas perde-se completamente diante de um filme decepcionante.

“Amor Com Data Marcada” marca o início da temporada Netflix de Natal com uma comédia romântica estrelada por Emma Roberts.

“Rebecca”, clássico de Alfred Hitchcock, ganha uma nova versão pela Netflix incapaz de articular algo interessante em tela.